INTEGRANDO

Muitos apartamentos pequenos têm uma sala de estar, o que nos dá uma boa oportunidade para agrupar tudo o que estiver relacionado às refeições, na área mais próxima à cozinha.

A disposição das coisas nessa sala de estar é mais eficaz quanto mais der a impressão de que o espaço se compõe de duas peças bem separadas, bem orientadas. Assim, procure não misturar todos os móveis, para dar idéia que a sala é maior. Ao contrário, busque ajeitá-los de forma a dar a ilusão de que existe uma separação real entre dois ambientes. Você pode usar um sofá ou um aparador para dividir, um de costas para o outro, voltados para as diferentes áreas da sala (jantar e estar). Mesas e cadeiras, transversalmente, também podem ser utilizadas para a delimitação do espaço.

Outra opção é o uso de cortinas tranparentes, correndo em trilho fixo no teto, biombos, grades fixas e até uma meia parede em gesso, deixando bem abertos os compartimentos e possibilitando a ventilação e iluminação, sem fracionar a amplitude da sala.

Essa sala de jantar integrada deve possuir, de preferência, iluminação centrada sobre a mesa.

Meus clientes frequentemente me perguntam coisas como se a combinação de estilos é obrigatória, se devemos criar um conjunto simétrico e linear ou então abusar da ousadia e criar algo inusitado? Respondo que qualquer intervenção na casa de alguém depende sempre do gosto pessoal do morador, resguardando-se um mínimo de bom gosto e evitando-se exageros e ostentações.

Uma dica a mais, em termos de possibilidades combinatórias na decoração, é pensar nas alternativas de revestimento das paredes e de tecidos dos estofados. Esses elementos são capazes de delimitar perfeitamente as diferentes superfícies e de criar variações relevantes.

Também os tapetes podem dar um toque de variação, mesmo que as duas salas tenham pisos idênticos ou semelhantes.

O contraste de estilos representa opção mais ousada, mais desafiadora.

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